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DIETA AUTO-IMUNE
(“Produtos proibidos”) Alimentos com alta capacidade inflamatória, pró-inflamatórios.
Ela eliminou do consumo esses alimentos e seus Derivados:
Ou seja, esse elemento e tudo que é feito contendo esse elemento.
Margarina e derivados, amanteigados, doces etc..
Leite,… Iogurte.e qualquer coisa que leve leite e seus derivados, manteiga, queijo de nenhum tipo etc…
Trigo, …e seus derivados, pizza, bolos, pães etc…
Milho,… e seus derivados,
Óleo aquecido,… qualquer alimento feito com óleo, ou aquecido (saturado)
Nenhum tipo de Óleo, e tudo que leve óleo na receita. EXEMPLOS (Canola, soja,milho)
Tomate,………………… e tudo que leve tomate.
Blitz flagra irregularidades em alimentos vendidos
Quem nunca comeu numa barraca de rua? Um sanduíche? Um cachorro quente? Um espetinho?
“Avalio tudo, encosto, dou uma volta primeiro pra ver se está tudo limpinho, a banca. Vejo se não tem mosca voando, dai passo a comprar”.
“O manipulador que não tem cuidado com a higiene pessoal dificilmente ele terá cuidado na manipulação de qualquer tipo de produto,” revela Imanize Segalla, da Vigilância Sanitária.
O Fantástico foi conferir, junto com a vigilância sanitária, a qualidade da comida que é vendida nas ruas… E praias brasileiras.
15 benefícios da amamentação para mãe e filho
A importância do leite materno para o bebê é indiscutível. E cada vez mais estudos mostram que a amamentação é fundamental para a saúde da mulher
Você sabe que amamentar é fundamental para a saúde do seu filho. Mas já parou para pensar em todos os benefícios que esse ato pode trazer para o bebê e para você? Confira
1. O leite materno é o alimento mais completo e equilibrado, pois atende a todas as necessidades de nutrientes e sais minerais da criança até os 6 meses de idade;
Alimentos orgânicos valem o investimento
Apesar de mais caros, produtos orgânicos trazem vantagens para a saúde, o meio ambiente e a sociedade.
Quem costuma comparar os preços nas prateleiras de supermercados já notou que aqueles produtos chamados de “orgânicos” custam, geralmente, cerca de 20% mais do que seus equivalentes tradicionais. Há, porém, diversos motivos que justificam pagar um pouco a mais. Quem compra produtos orgânicos não está apenas consumindo alimentos mais saudáveis, mas também atua, indiretamente, em prol da preservação ambiental, da distribuição de renda e da justiça social.
Os alimentos denominados “orgânicos” são produzidos segundo alguns preceitos bem diferentes daqueles que norteiam os métodos utilizados na agricultura tradicional. Enquanto esta prima basicamente pela quantidade e, para isso, baseia seu sistema de produção em grandes propriedades monocultoras, no uso de agrotóxicos, fertilizantes e aditivos químicos, a agricultura orgânica tem compromisso com a sustentabilidade econômica e ecológica da região onde atua e busca causar o menor impacto ambiental possível.
A agricultura tradicional usa agrotóxicos para combater pragas. Esse produtos, porém, não contaminam apenas os alimentos, mas também o solo, o ar e as águas do lugar onde está inserida a plantação. Uma vez infectado por esses produtos, o solo demora, no mínimo, dois anos para voltar a ficar saudável. Enquanto isso, tudo o que for produzido estará contaminado por elementos que podem ser muito prejudiciais à saúde humana – chumbo e mercúrio estão entre eles. A água das chuvas pode levar as toxinas presentes nos solos das plantações para rios, outros solos e lençóis freáticos, comprometendo a saúde dos animais e das plantas de toda uma região. Especialistas mostram que essas substâncias são a segunda causa mais freqüente de contaminação da água no país.
Os agrotóxicos também prejudicam a saúde dos agricultores, que acabam respirando as toxinas e acumulando-as em seu organismo. Portanto, para produzir um tomate liso e sem marcas ou uma maça vistosa pode se estar prejudicando a saúde do homem, a biodiversidade e o equilíbrio do planeta. O consumidor consciente pode agir e se posicionar na hora da compra rejeitando os alimentos produzidos sob essas condições.
O sistema orgânico busca métodos naturais alternativos para criar as condições necessárias ao progresso de sua produção, sempre visando à qualidade dos alimentos que produz e à integridade da biodiversidade da região onde atua. Cerca de 90% das propriedades que produzem sob esses preceitos é formada por pequenos produtores familiares ligados a associações de movimentos sociais. Assim, é muito difícil para esses agricultores competirem em preço com grandes produtores de agricultura tradicional. Este é um fato que envolve questões estruturais de ordem política e socioeconômica e não tem como ser solucionado em um curto prazo. Porém, quanto mais o consumo de alimentos orgânicos for disseminado e valorizado, a tendência é que seu preço caia e que a oferta aumente. Dessa forma, quem consome orgânicos incentiva as pequenas propriedades que, muitas vezes, têm dificuldades em se manter perante à concorrência dos grandes produtores.
Em relação aos animais, os preceitos da agropecuária orgânica se traduzem em atitudes como o não-uso de hormônios, antibióticos e outros medicamentos, geralmente aplicados nos sistemas tradicionais. Os animais também não se alimentam de pastos fertilizados por insumos químicos. Os resultados são ovos, leite e carnes sem a presença de elementos tóxicos e prejudiciais à saúde.
Com informações de AAO, Planeta Orgânico, Sesc, Ambiente Brasil, Unicamp, BNDES, Terrazul, Akatu, FGV, MMC
Guerra para comer?
Se seu filho trava a boca e olha para você com ar de desafio, o melhor a fazer segundo 100 % dos pediatras e nutricionistas é não dar bola. É você quem tem de mudar de estratégia para acabar com as batalhas nas refeições e restabelecer a paz à mesa. Siga nossas instruções e a gente garante: ele vai comer direito
(Parte 1)
(Ana Leite)
Hora do almoço
Lucas, de 1 ano e 8 meses, senta-se no cadeirão e, fazendo careta, balança a cabeça quando a mãe, a oftalmologista Lucila Nogueira, 33 anos, oferece o prato com um suculento bifinho e abobrinha refogada. “Vai começar tudo de novo!”, pensa Lucila, exausta e já sem esperanças de que o filho algum dia venha a comer direito. Se você achou que estávamos contando a sua história, já adiantamos que o final é feliz: depois de ouvir o pediatra, a mãe decidiu que, se Lucas não queria comer, ela não insistiria. O coração estava apertado, mas ela se lembrava das palavras do médico: “Que fique sem a refeição! Já viu alguém com fome recusar comida? No jantar, ele certamente vai comer o que tiver no prato”. “E, até o jantar, ele fica sem comer e morre de fome?”, havia perguntado a mãe, preocupada. “Isso mesmo”, dissera o pediatra. “E nada de bolachinhas no intervalo.” Depois de ouvir algumas vezes a garantia de que o organismo de Lucas tinha reservas suficientes para pular aquela refeição, ela resolveu adotar a tática de guerra e logo pôde respirar aliviada. Em cerca de 15 dias, Lucas passou a comer a quantidade adequada de comida, incluindo salada e até a abobrinha para a qual havia torcido o nariz no começo da história. Milagre? Não. O problema se resolveu por dois motivos: Lucas entendeu que a comida deixara de ser uma forma de chamar a atenção da mãe, já que ela não estava mais tão preocupada com o que ou com quanto ele estava comendo; e também porque Lucila diminuiu o grau de expectativa que estava depositando na alimentação do filho. “Admiti para mim mesma que ele não ficaria anêmico nem morreria de fome.”
O temor de Lucila é super comum
“Toda mãe acha (instintiva e inconscientemente) que, se deixar de se alimentar, o filho pode morrer. E ninguém quer correr o risco de perder o filho”, explica Claudia Mascarenhas Fernandes, psicóloga de Salvador e membro-fundadora do Infans, Centro de Estudos para o Bebê. A questão é que algumas, embora se preocupem, não dão importância exagerada à falta de apetite ou à recusa de certos alimentos por parte dos pequenos. Encaram a situação como natural e pensam que, na próxima refeição, vão comer melhor. Outras, no entanto, condicionam o desempenho como mãe à alimentação do filho e tornam-se presas fáceis para a manipulação infantil.
Comida não é amor
Dissociar comida de afeto é fundamental para acabar com a guerra da refeição. O raciocínio de muitas mulheres é assim: ao alimentá-lo, estou dando uma prova de amor ao meu filho. Se ele recusa a comida, é porque não me ama.
Sorrateiro, inconsciente e torturante, esse modo de pensar provoca sentimentos de impotência (afinal, ninguém vai abrir a boca da criança à força para obrigá-la a comer) e de profunda rejeição. Na tentativa de resolver o conflito, a mãe faz qualquer coisa para ver o filho mastigar (“mesmo que sejam salgadinhos e chocolates, pois até isso é melhor do que ficar de estômago vazio” pensam algumas). A criança, muito sensível e esperta, se aproveita dessa vulnerabilidade para chantagear a mãe e comer apenas o que quer.
Velhos vilões ou novos mocinhos?
A última palavra da ciência sobre o ovo, a gordura, o sal, o açúcar, a carne vermelha, o café e o chocolate.
Numa crônica publicada em 1997, o escritor João Ubaldo Ribeiro desabafou, com seu tom irônico e impagável: “Não agüento mais de culpa, acusado de suicidar-me a cada instante”.
O texto falava sobre alimentos que lhe rendiam prazeres, mas que estavam condenados, como a manteiga: “Deve ser incluída nas listas de drogas proibidas, juntamente com cocaína e heroína”. Sobre o café: “Causa males recentemente descobertos por um laboratório de Glasgow ou Amsterdã ou Jacarta, que poderão deixar o freguês abestalhado, tarado, astênico ou hiperexcitável a ponto de matar a família e ir ao cinema”. Referia-se à carne: “É caso de se embuçar para ir a uma churrascaria”.
Para o ovo reservava um suspiro de adeus: “E uma omeletezinha? E ovos estrelados, daqueles reluzentes como o sol, que a gente encarava com requintes de esfregadinhas de pão na gema? Com presunto? Com bacon? Livrai-nos, Senhor, de todas essas pragas infernais”.
O tempo passou e as gostosuras citadas pelo escritor baiano saíram da lista negra e reconquistaram lugar à mesa. A tônica da nutrição, agora, é desaconselhar cortes radicais. “Não existe alimento vilão, mas consumo vilão”, diz o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, chefe de nutrição clínica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. Com bom senso, esses prazeres podem, sim, compor os melhores cardápios.














