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Estudo mostra que dieta atlântica ajuda a reduzir risco de enfarte
A nova descoberta dos portugueses garante aos moradores do norte do país os menores índices de enfarte do mundo.
O mar fez de Portugal um gigante. Poderoso império de terras distantes. Orgulhoso dos filhos aventureiros que descobriram o caminho de um mundo novo.
O tempo levou o poder e as riquezas. Mas o mar, ainda é de Portugal. Agora, o povo que nos descobriu, quer ensinar o mundo a viver bem. Uma vida ao mesmo tempo saborosa e saudável: é a última descoberta de Portugal.
Novo medicamento contra lúpus após 50 anos sem grandes avanços
Saúde & Lazer
21-Out-2009
http://www.saudelazer.com/index.php?option=com_content&task=view&id=8888&Itemid=49
Human Genome Sciences e GlaxoSmithKline anunciam resultados de estudo com novo medicamento para lúpus no congresso anual do Colégio Americano de Reumatologia. BENLYSTA (belimumab) reduziu significativamente a atividade da doença, as taxas de manifestação dos sintomas e de fadiga; adiou a primeira manifestação da doença; reduziu o uso de corticosteróide e melhoraram a qualidade de vida no estudo BLISS-52 .
A Human Genome Sciences, Inc. (Nasdaq: HGSI) e a GlaxoSmithKline PLC (GSK) anunciaram hoje a apresentação completa dos resultados do estudo BLISS-52, o primeiro de dois estudos clínicos de fase 3 com BENLYSTA™ (belimumab) em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES). Os dados serão apresentados hoje no congresso anual do Colégio Americano de Reumatologia, na Filadélfia, com a participação do pesquisador brasileiro Roger Levy, professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e um dos líderes do estudo com a nova droga.
Belimumab é um medicamento em fase de pesquisa e o primeiro de uma nova classe de medicamentos chamados inibidores específicos de Blys. No lúpus e em certas doenças auto-imunes, acredita-se que os níveis elevados da proteína BLyS contribuem para a produção de auto-anticorpo – anticorpos que atacam e destroem o tecido saudável do próprio corpo.
Reportagem sobre o novo medicamento para lúpus: BENLYSTA.
Andei pesquisando sobre a nova medicação sobre o lúpus.
E aí estão elas. Alguns são grandes, mas são muito explicativas dando ate mesmo o e-mail para se inscreverem para o programa de seleção.
Mas nunca se esqueçam: Nunca percam sua fé, pois será ela que irá você vencer as suas dificuldades
Só Deus nos fortalece nos momentos mais difíceis .
Um grande abraço,
Fiquem com Deus,
Luciane
- http://lucianefigueira.com/2011/08/22/especialistas-divergem-sobre-eficacia-de-novo-medicamento-para-lupus/
- http://lucianefigueira.com/2011/08/22/novo-medicamento-contra-lupus-apos-50-anos-sem-grandes-avancos/
BENLYSTA: PRIMEIRA DROGA PARA TRATAR LÚPUS
Queridos Queridas Leitores,
Fico feliz em dar as boas novas. Como havia prometido. Aí está mas um post . falando sobre a BENLYST : com um depoimento e tudo.
Espero que ajudem em algo.
Artigo retirado: http://saude-joni.blogspot.com/2011/03/benlysta-primeira-droga-para-tratar.html
A FDA (agência que regulamenta remédios nos EUA) aprovou na quarta-feira (9) a primeira droga nova para tratar lúpus em 56 anos, um marco que médicos especialistas dizem que pode estimular o desenvolvimento de outras drogas que são ainda mais eficazes no tratamento da doença auto-imune.
Cardápio para quem tem grau de atividade física moderado
Siga esta dieta de 1.600 calorias se o seu nível de atividade física for moderado, ou seja, se você fizer mais de 200 minutos de atividade física por semana. Os exercícios não precisam se limitar aos da ginástica. Passear com o cachorro, praticar jardinagem, lavar o carro e fazer o trabalho de casa também valem!
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REFEIÇÕES |
CARDÁPIO PARA GRAU DE ATIVIDADE FÍSICA: |
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CAFÉ |
1 xícara de chá (140 g) de leite semi-desnatado |
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1 colher de chá (2 g) de café instantâneo em pó |
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1 fatia (25 g) de pão integral |
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1 fatia (30 g) de queijo branco tipo minas |
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1 unidade (85 g) de banana |
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LANCHE |
1 unidade (25 g) de barra de cereais |
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ALMOÇO |
2 batatas médias (280 g) cozidas com salsa |
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1 posta (90 g) de salmão cozido ou grelhado |
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1 xícara (180 g) de seleta de legumes em conserva |
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1 fatia grande (130 g) de melão |
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LANCHE |
10 unidades (90 g) de tâmaras sem caroço |
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JANTAR |
2 fatias (50 g) de pão integral |
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1 unidade (60 g) de hambúrguer de frango |
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1 fatia (20 g) de queijo mussarela light |
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1 prato (80 g) de salada de folhas verdes temperada |
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1 fatia (130 g) de abacaxi |
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CEIA |
1 pote (100 g) de iogurte desnatado natural |
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1 colher de sopa (20 g) de geléia light de frutas vermelhas |
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Validade dos alimentos é menor depois da embalagem aberta
Fabricantes são obrigado a informar durante quanto tempo
o alimento pode ser consumido depois da embalagem ser aberta e em que condições ele deve ser conservado.
Na hora das compras, quase todo consumidor observa a data de validade. O que nem todo mundo sabe é que, depois de aberto o produto, o prazo de validade muda. O maior problema é que muitos fabricantes não dão essa informação.
O creme de leite, por exemplo, que na lata fechada tem vaidade de um mês, dura muito menos depois que a embalagem for aberta. “Depois de aberto, o prazo de validade cai para apenas três dias”, informa o nutricionista Murilo Pereira.
Latas de legumes também não costumam contar com a informação do prazo de validade depois de aberta. “Eu uso agora que eu abri e depois eu coloco fora”, diz
A dona de casa Rita de Cássia costuma usar na cozinha legumes em lata, que também não trazem a informação da validade depois de aberto. “Na dúvida, eu jogo fora as sobras”, ela explica, e acaba arcando com o prejuízo.
O OLEO DE CÔCO NATURAL NA AIDS E EM OUTRAS INFECÇÕES VIRAIS (Parte 2)
Em 19 de Julho de 1995 a Dra. Enig falava para um artigo publicado no jornal “THE HINDU”, O Jornal Nacional da Índia, quando afirmava que o óleo de coco é convertido pelo organismo em “monolaurina”, um ácido graxo com propriedades anti-virais, que pode ser útil no tratamento da AIDS. Um repórter do “THE HINDU” escreveu o seguinte a respeito da apresentação Dra. Enig durante uma conferência em Kochi:
“Houve um momento nos Estados Unidos em que uma criança comprovadamente diagnosticada positiva, tornou-se HIV Negativa. Essa criança havia sido alimentada com uma fórmula com alto teor de óleo de coco. A experiência foi significativa e os esforços estão voltados para se encontrar as causas da redução da carga viral da criança com HIV quando alimentada com uma dieta que ajuda na geração de monolaurina no organismo”.
O repórter comenta também a observação feita pela Dra. Enig de que a monolaurina ajuda também na inibição de outros vírus como o sarampo, herpes, estomatite vesicular e citomegalovirus e que pelo avançado das pesquisas, há também uma indicação de que o óleo de coco oferece certas medidas de proteção contra substâncias cancerígenas.
Estudos divulgados pelo Dr. Conrado S. Dayrit, MD em 25 de julho de 2000 em Chennai na Índia, no 37º Encontro Cocotécnico, mostraram um grande potencial terapêutico para os óleos láuricos (com alto teor de ácido láurico, como o babaçu, tucumã e coco da Bahia). A experiência da administração de 50ml de óleo de coco diária em 15 pacientes (10 mulheres e 5 homens) portadores do HIV (o vírus da AIDS) e que nunca haviam recebido nenhum tipo de tratamento anti-HIV, no Hospital de São Lázaro, nas Filipinas, sob a responsabilidade do Dr. Eric Tayan, M.D, mostraram um aumento do linfócitos de defesa do corpo, CD4 e CD8 de 248 para 1.065 e 570 para 1671 respectivamente. Um homem que possuía uma carga viral muito baixa (<0.4X103) e que não sofreu mudanças, não foi incluído no resultado final da pesquisa. As estatísticas finais incluíram resultados para 4 homens e 10 mulheres e mostram que 7 (2h, 5m) de 14 pacientes tiveram uma redução em 3 meses de uso diário do óleo, enquanto 8 (3h, 5m) sofreram redução em 6 meses. Os níveis de CD4 e CD8 aumentaram em 5 pacientes, mas não mantiveram relação com a diminuição da contagem viral.
A adição de óleos láuricos na alimentação de pacientes portadores do HIV pode trazer como benefício à diminuição do nível da carga viral em indivíduos HIV positivos, diminuição do antígeno P24 e o aumento do CD4 e/ou CD4/CD8. Com bases nas pesquisas acima, o uso de óleos láuricos na alimentação de pessoas com baixa imunológica, que possuem grande facilidade em gripar, pessoas com doenças bacterianas e viróticas como tuberculose, pneumonia, herpes, doenças venéreas, auto-imunes como o lúpus e a psioríase, câncer, Crohn entre outras, seria de extrema valia. Da mesma maneira, o emprego destes óleos na massagem se mostra eficaz para o tratamento dos mesmos problemas, dada sua penetração pela pele ser muito fácil.
Óleos láuricos são os óleos mais finos e de melhor penetração pelos poros, sendo também os melhores veículos carreadores para óleos essenciais. Na alimentação podem ser utilizados para cozinhar e fritar alimentos, substituindo os óleos de soja, girassol e milho.
O refino não interfere nas suas propriedades terapêuticas, apesar de ser melhor o óleo in natura, porém a hidrogenação da parte instaurada do óleo pode levar à formação de gordura trans capaz de causar câncer, aumento do colesterol, entre outros desequilíbrios.
O uso local destes óleos ainda pode ser uma fonte interessante para tratamento de escaras, feridas infeccionadas e inflamações.
A DOSE TERAPÊUTICA
Baseada nos seus cálculos, e na quantidade de acido láurico encontrado no leite materno humano, a Dra. Enig sugere para adultos, uma dieta rica de 24 gramas de ácido láurico diariamente. Essa quantidade corresponde a aproximadamente 3,5 colheres de sopa de óleo de coco ou 10 onças de Puro Leite de Coco. Aproximadamente 7 onças de coco bruto devem conter 24 gramas de ácido láurico. Essa é a dose terapêutica diária sugerida pela Dra. Enig, baseada nas suas pesquisas de ácido láurico contidos no leite humano materno.
Gordura que emagrece
Reportagem da Revista Corpo a Corpo de Junho de 2008 conforme transcrição abaixo
Gordura que emagrece
Depois de um bom tempo no banco dos réus o óleo do coco é absolvido e considerado auxiliar no emagrecimento – quando incluído no cardápio diário. Segundo os seus defensores, com o consumo é possível eliminar até 3 kg por semana
FRANÇOISE GREGÓRIO
Eis um fruto bem aproveitado, as fibras de sua camada externa são muito valorizadas para confecção de peças decorativas. Já a sua polpa permite a preparação de uma infinidade de pratos doces e salgados. E tem mais: a água contida em seu interior é rica em minerais e considerada um isotônico natural. Como se não bastasse, desse alimento também é extraída uma substância que, cada vez mais, ganha a simpatia de quem busca saúde e um corpo enxuto. Apesar de visto como um vilão no passado, por conter alto teor de gordura saturada. o óleo de coco ressurge como um herói na alimentação.”De fato, a versão extravirgem – obtida por prensagem a frio, sem refinação -é uma gordura saturada, mas de origem vegetal, sem colesterol e de fácil digestão e absorção pelo organismo, se transformando rapidamente em energia”, explica Mauro Lins (RJ), médico e nutrólogo. Segundo de, o melhor desse óleo está no seu alto teor de Triglicérides de Cadeia Média (TCM), um tipo de gordura boa e difícil de ser encontrado em alta concentração. “Quando consumido regularmente, ele auxilia na redução do colesterol ruim (LDL), no aumento dos níveis de energia, no processo de emagrecimento e na redução da adiposidade abdominal. Também eleva a capacidade antioxidante geral do organismo e pode atenuar o processo de envelhecimento cutâneo. Revela Mauro”.












